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Profissionais
Grupo Viva com Alegria é formado por uma equipe de voluntários profissionais dedicados que fazem visitas a hospitais levando entretenimento e despertando alegria em crianças e suas famílias.
Nossos profissionais são apaixonados por fazer a diferença e compartilhar momentos especiais com aqueles que mais precisam.

Lilica Marmitex
Lilica Marmitex nasceu na mítica cidade de Cebolópolis, no curioso dia 1 e ½ de 19 e Atchimmm!
Filha de Bete Marmitex e Nilton Dellivery — que, segundo ela, veio “de outro país” — Lilica é a quinta filha entre oito irmãos. Mas, diferente dos outros, sempre foi considerada a mais útil. Seus irmãos Van, Val, Gui, Lê, Tata, Gi e o caçula Ju Tesouro eram unidos como arroz e feijão, principalmente na hora das refeições.
Desde pequena, Lilica já mostrava agilidade e cuidado com o bem-estar das pessoas, sempre ligada à alimentação e ao servir.
Ainda muito jovem, saiu do Brasil para estudar na prestigiada FBI – Faculdade de Besteirologia Internacional, localizada em Tenguenancrascistão, exatamente no Marco Zero do Equador.
Por lá, aprendeu duas línguas raríssimas e muito faladas no Brasil: o Penhânico e o Franhânico.
Quando retornou ao Brasil, fez toda a viagem a pé, já que nunca aprendeu a andar de bicicleta. Mas ao chegar, ouviu falar de uma lenda misteriosa:
Na cidade de Batatais, existe uma bicicleta invisível, enfeitiçada por uma bruxa recalcada. Dizem que, se Lilica conseguir repetir três vezes o nome dessa bicicleta, ela aparecerá e concederá um dom único: o poder de embicicletar quem não é bicicletável!
E assim nasceu a trajetória da Doutora Lilica Marmitex: uma mistura de cuidado, besteirologia e um tempero mágico de imaginação, pronta para alimentar corações com riso e carinho.
Filha de Bete Marmitex e Nilton Dellivery — que, segundo ela, veio “de outro país” — Lilica é a quinta filha entre oito irmãos. Mas, diferente dos outros, sempre foi considerada a mais útil. Seus irmãos Van, Val, Gui, Lê, Tata, Gi e o caçula Ju Tesouro eram unidos como arroz e feijão, principalmente na hora das refeições.
Desde pequena, Lilica já mostrava agilidade e cuidado com o bem-estar das pessoas, sempre ligada à alimentação e ao servir.
Ainda muito jovem, saiu do Brasil para estudar na prestigiada FBI – Faculdade de Besteirologia Internacional, localizada em Tenguenancrascistão, exatamente no Marco Zero do Equador.
Por lá, aprendeu duas línguas raríssimas e muito faladas no Brasil: o Penhânico e o Franhânico.
Quando retornou ao Brasil, fez toda a viagem a pé, já que nunca aprendeu a andar de bicicleta. Mas ao chegar, ouviu falar de uma lenda misteriosa:
Na cidade de Batatais, existe uma bicicleta invisível, enfeitiçada por uma bruxa recalcada. Dizem que, se Lilica conseguir repetir três vezes o nome dessa bicicleta, ela aparecerá e concederá um dom único: o poder de embicicletar quem não é bicicletável!
E assim nasceu a trajetória da Doutora Lilica Marmitex: uma mistura de cuidado, besteirologia e um tempero mágico de imaginação, pronta para alimentar corações com riso e carinho.

Drika Jujuba
Nascida na cidade de Jujubalão, cidade essa onde o meio de transporte principal é o BALÃO.
Ela é apaixonada por flores, roupas coloridas e a sua cor favorita é Rosa.
Aaaahhhhh e brilho, muito brilho.
Menina esperta, filha da Dona Algodão Doce e do Senhor Pão de Queijo (pão, pão, pão, pão, pão de queijoooooooo)
Irmã mais velha da Paçoca, seu sonho desde criança era ser médica , modelo e cantora!
Curiosa do jeito que é, sempre quis aprender várias coisas, se formou como médica na especialidade de bobeirologista, também fez carreira na profissão de modelo (ela ganhou o concurso de miss Jujubalão 5 anos consecutivos, hoje faz aulas de canto e de dança, mas não aprendeu nenhum dos dois direito.
Nas suas horas vagas ela treina Crossfit, gosta de ir brincar no parque Jujubalândia.
Como sua altura, seu pavio de paciência com seu melhor amigo Batatinha Fritzzzz é muito curto, pois ele faz questão de provocá-la a cada encontro, mas eles se amam e como dois irmãos, não vivem longe um do outro.
Diferente do seu pavio, a sua autoestima altíssima e sempre disse que é a Doutora Palhaça mais bonita de Jujubalão. Até que um certo dia ela esbarrou em um espelho e ali ficou se questionando :
"Como posso ser tão linda "?
" Sou a Doutora Palhaça mais bela da minha cidade !"
Entre sorrisos , poses e arrumação do cabelo ela perguntou ao espelho:
Espelho , espelho meu , existe alguma Palhacinha mais bonita do que eu?
E o espelho respondeu:
Sim! A Doutora Palhaça Clarinha a partir de agora é a mais bonita de Jujubalão, faça o favor de ir até ela, passe a coroa, a faixa e entregue um nariz de palhaço para ela, o seu reinado de preferida e mais bela acabou. E assim ela seguiu até a mais nova e bonita Doutora Palhaça da cidade (Dra. Clarinha).
Drika Jujuba aprendeu que é preciso aplaudir as conquistas de outras pessoas e que está tudo bem , ela não precisa estar sempre na frente e ser sempre a melhor e mais bonita .
O Sol brilha para todos e a luz que ela emana jamais se apagará.
Ela é apaixonada por flores, roupas coloridas e a sua cor favorita é Rosa.
Aaaahhhhh e brilho, muito brilho.
Menina esperta, filha da Dona Algodão Doce e do Senhor Pão de Queijo (pão, pão, pão, pão, pão de queijoooooooo)
Irmã mais velha da Paçoca, seu sonho desde criança era ser médica , modelo e cantora!
Curiosa do jeito que é, sempre quis aprender várias coisas, se formou como médica na especialidade de bobeirologista, também fez carreira na profissão de modelo (ela ganhou o concurso de miss Jujubalão 5 anos consecutivos, hoje faz aulas de canto e de dança, mas não aprendeu nenhum dos dois direito.
Nas suas horas vagas ela treina Crossfit, gosta de ir brincar no parque Jujubalândia.
Como sua altura, seu pavio de paciência com seu melhor amigo Batatinha Fritzzzz é muito curto, pois ele faz questão de provocá-la a cada encontro, mas eles se amam e como dois irmãos, não vivem longe um do outro.
Diferente do seu pavio, a sua autoestima altíssima e sempre disse que é a Doutora Palhaça mais bonita de Jujubalão. Até que um certo dia ela esbarrou em um espelho e ali ficou se questionando :
"Como posso ser tão linda "?
" Sou a Doutora Palhaça mais bela da minha cidade !"
Entre sorrisos , poses e arrumação do cabelo ela perguntou ao espelho:
Espelho , espelho meu , existe alguma Palhacinha mais bonita do que eu?
E o espelho respondeu:
Sim! A Doutora Palhaça Clarinha a partir de agora é a mais bonita de Jujubalão, faça o favor de ir até ela, passe a coroa, a faixa e entregue um nariz de palhaço para ela, o seu reinado de preferida e mais bela acabou. E assim ela seguiu até a mais nova e bonita Doutora Palhaça da cidade (Dra. Clarinha).
Drika Jujuba aprendeu que é preciso aplaudir as conquistas de outras pessoas e que está tudo bem , ela não precisa estar sempre na frente e ser sempre a melhor e mais bonita .
O Sol brilha para todos e a luz que ela emana jamais se apagará.

Bananada Estabanada
Nascida em 01 de julho de mil novecentos e bananada, na cidade de Atrapalheiras que fica no interior de Bananildes do Norte.
É formada em Psicolavemagenteaguda, na UMDP (Universidade das Maluquetes de Plantão). Lá conheceu seus melhores amigos, Cabrita e o Ranzinza. E carregam essa amizade há 40 décadas, entre tapas e bejios.
Bananada é filha da dona Banana Nanica e do senhor Desastrildes. É a filha mais velha, mais bonita e elegante, porém a mais atrapalhada.
É conhecida pelas pérolas que solta sem nem se dar conta.
Ela já foi casada com o senhor James Bonde, que trouxe apenas o bonde de cronogramas para a vida dela, pois ele era muito metódico, por conta disso se separaram. Ele exigia muita organização e isso a assustava.
Ela não deixou de acreditar no amor, e ainda espera pelo seu príncipe encantando para que juntos construam um império no reino das bananas, e tenham 5 bananinhas, mais 5 estabanados para criarem.
Bananada Estabanada é muito sonhadora, corajosa e persistente, tornou-se forte levando muitos tombos e descobriu que gosta de dar carinho e ajudar as pessoas!
Gosta muito de cantar e dançar, mas não é muito boa nisso, inclusive não entende de onde surge tantos hematomas em seu corpo, mas desconfia que seja das quedas que leva.
Ao longo do tempo percebeu que as pessoas ao seu redor riam muito de sua cara, então depois disso decidiu nunca mais parar de passar vergonha.
É formada em Psicolavemagenteaguda, na UMDP (Universidade das Maluquetes de Plantão). Lá conheceu seus melhores amigos, Cabrita e o Ranzinza. E carregam essa amizade há 40 décadas, entre tapas e bejios.
Bananada é filha da dona Banana Nanica e do senhor Desastrildes. É a filha mais velha, mais bonita e elegante, porém a mais atrapalhada.
É conhecida pelas pérolas que solta sem nem se dar conta.
Ela já foi casada com o senhor James Bonde, que trouxe apenas o bonde de cronogramas para a vida dela, pois ele era muito metódico, por conta disso se separaram. Ele exigia muita organização e isso a assustava.
Ela não deixou de acreditar no amor, e ainda espera pelo seu príncipe encantando para que juntos construam um império no reino das bananas, e tenham 5 bananinhas, mais 5 estabanados para criarem.
Bananada Estabanada é muito sonhadora, corajosa e persistente, tornou-se forte levando muitos tombos e descobriu que gosta de dar carinho e ajudar as pessoas!
Gosta muito de cantar e dançar, mas não é muito boa nisso, inclusive não entende de onde surge tantos hematomas em seu corpo, mas desconfia que seja das quedas que leva.
Ao longo do tempo percebeu que as pessoas ao seu redor riam muito de sua cara, então depois disso decidiu nunca mais parar de passar vergonha.

Bolinha Bolão
Médicão de Burrolândia, nasceu aos 11 meses já tomando água gelada e comendo feijoada.
Formado na prestigiosa Universidade de Rafard, estudou Banalogia, Burrice Plena, Mequetrefologia, Siricutico e OndontoBurrisologia (descoberta após muitas cabeçadas acadêmicas).
Tem uma barriga fiel que chega antes dele e um coração ainda maior. Pai de três filhos, com quíntuplos a caminho, é torcedor do glorioso, porém nunca vencedor, VX de Jabuticaba. Seu maior medo é a Balança, que dispara de zero a cem quando ele sobe.
Carrega sempre seu leãozinho Leonel e a certeza de que nasceu para espalhar amor e alegria.
Pensação:
“Meu coração é do tamanho do meu barrigão.”
Formado na prestigiosa Universidade de Rafard, estudou Banalogia, Burrice Plena, Mequetrefologia, Siricutico e OndontoBurrisologia (descoberta após muitas cabeçadas acadêmicas).
Tem uma barriga fiel que chega antes dele e um coração ainda maior. Pai de três filhos, com quíntuplos a caminho, é torcedor do glorioso, porém nunca vencedor, VX de Jabuticaba. Seu maior medo é a Balança, que dispara de zero a cem quando ele sobe.
Carrega sempre seu leãozinho Leonel e a certeza de que nasceu para espalhar amor e alegria.
Pensação:
“Meu coração é do tamanho do meu barrigão.”

Batatinha Fritzzzz
Feliz e de bem com a vida, nasceu em 30 de fevereiro de mil novecentos e Batata Frita na Fazenda das Batatas, localizada ao norte do sul do Vale dos Tubérculos.
Filho de Dona Vera Batata e do “Seu” Benedito Batatão, ele é o neto mais feio de seus avós, a Dona Antônia Batata Doce e Seu Zé Batata Chips e a pouco tempo descobriu que é descendente de Sir. Batatinhus, o Donbobo da Corte que ficou muito conhecido por: Mestre da Alegria.
Seu medo sempre foi de fritura, mas o perdeu quando descobriu a Air Fryer que deixa a batatinha muito mais sequinha, saudável e crocante.
Trabalhou nas O.R.F. (Organizações do Riso Frouxo), recuperando alguns sorrisos travados e com dificuldades de se abrir.
No exército foi dispensado logo no primeiro dia, depois do comandante mandá-lo para fim da fila e ele voltar logo em seguida dizendo que já tinha gente lá.
Anda por aí com sua Bicicleta invisível, a Ziguifrida Feliz Tácia Adagoberta Norberta Joanna Nikita Rodrigues Senna da Silva Naída Navinda Navolta Pereira Romilda Dois de Oliveira Quatro, que na verdade é uma linda donzela que foi enfeitiçada por uma bruxa, pois o Batatinha não queria namorar com ela.
É o terceiro integrante de um grupo antalógico, os Batatinhas MC’s e junto com seus amigos (Batatinhas 1 e 2), estudou Batatologia Aplicada na FBU (Faculdade das Batatas Unidas), com sua inseparável bicicleta, fingia ser detetive secreto junto com o Batatinha Um, tentando melar o namoro do Batatinha Dois.
“Paçocólatra” assumido. Uma vez quando conversava com um amigo os dois juntos comeram 12 paçoquinhas (só ele comeu 11).
Odeia alho, ficou muito chateado uma vez quando o filho de um grande amigo dele disse que a melhor batatinha frita é aquela que vem coberta com alho frito. ECAAAAAA
Tem muita inveja do Sr. Mamão, pois todas férias ele vai “papaya” e o Batatinha nunca foi.
Batatinha tem o sonho de se mudar para Batatais e com o dinheiro que a lavoura de cenouras poderá render, construir uma casa e abrir um restaurante para tentar cozinhar como sua outra avó, a Dona Tina Purê de Batatas.
Gostava de jogar futebol e basquete. Fez aulas particulares e só assim descobriu que não deve chutar as pernas de seus coleguinhas, que se acertar a bola na trave não é marcado ponto extra e que a cesta do basquete não está cheia de quitutes e guloseimas.
Então saiu pelo mundo afora procurando pessoas normais que precisam de amizade, carinho e principalmente de ouvidos, afinal ele tem dois e pode emprestar um.
Filho de Dona Vera Batata e do “Seu” Benedito Batatão, ele é o neto mais feio de seus avós, a Dona Antônia Batata Doce e Seu Zé Batata Chips e a pouco tempo descobriu que é descendente de Sir. Batatinhus, o Donbobo da Corte que ficou muito conhecido por: Mestre da Alegria.
Seu medo sempre foi de fritura, mas o perdeu quando descobriu a Air Fryer que deixa a batatinha muito mais sequinha, saudável e crocante.
Trabalhou nas O.R.F. (Organizações do Riso Frouxo), recuperando alguns sorrisos travados e com dificuldades de se abrir.
No exército foi dispensado logo no primeiro dia, depois do comandante mandá-lo para fim da fila e ele voltar logo em seguida dizendo que já tinha gente lá.
Anda por aí com sua Bicicleta invisível, a Ziguifrida Feliz Tácia Adagoberta Norberta Joanna Nikita Rodrigues Senna da Silva Naída Navinda Navolta Pereira Romilda Dois de Oliveira Quatro, que na verdade é uma linda donzela que foi enfeitiçada por uma bruxa, pois o Batatinha não queria namorar com ela.
É o terceiro integrante de um grupo antalógico, os Batatinhas MC’s e junto com seus amigos (Batatinhas 1 e 2), estudou Batatologia Aplicada na FBU (Faculdade das Batatas Unidas), com sua inseparável bicicleta, fingia ser detetive secreto junto com o Batatinha Um, tentando melar o namoro do Batatinha Dois.
“Paçocólatra” assumido. Uma vez quando conversava com um amigo os dois juntos comeram 12 paçoquinhas (só ele comeu 11).
Odeia alho, ficou muito chateado uma vez quando o filho de um grande amigo dele disse que a melhor batatinha frita é aquela que vem coberta com alho frito. ECAAAAAA
Tem muita inveja do Sr. Mamão, pois todas férias ele vai “papaya” e o Batatinha nunca foi.
Batatinha tem o sonho de se mudar para Batatais e com o dinheiro que a lavoura de cenouras poderá render, construir uma casa e abrir um restaurante para tentar cozinhar como sua outra avó, a Dona Tina Purê de Batatas.
Gostava de jogar futebol e basquete. Fez aulas particulares e só assim descobriu que não deve chutar as pernas de seus coleguinhas, que se acertar a bola na trave não é marcado ponto extra e que a cesta do basquete não está cheia de quitutes e guloseimas.
Então saiu pelo mundo afora procurando pessoas normais que precisam de amizade, carinho e principalmente de ouvidos, afinal ele tem dois e pode emprestar um.

Maloca
Tímida e sossegada com a vida, nasceu em 07 de setembro de dois mil e maloqueis, na cidade de Malacolândia, próxima à região amazônica, ao lado da Doidolândia, no conjunto de malocas.
Filha de Célia Oca e de Gil Oca, é a neta mais descontraída e bagunceira da família.
Seu maior medo é perder seu skate Kairá In Xão, pois, quando criança, emprestou para seu primo e ele devolveu faz poucos dias. O nome do seu skate é Kairá In Xão porque, toda vez que subia nele, ela caía no chão.
Atualmente é estagiária em O.B.A. (Organização de Bagunça com Alegria), bagunçando muito mais do que organizando qualquer coisa.
Gosta de viajar, mas trocaria qualquer viagem para poder dormir o dia todo. Seu maior recorde até hoje foi dormir 18 horas seguidas, e ainda não encontrou ninguém para bater seu recorde.
Maloca adora ver o pôr do sol, porque o nascer do sol ela nunca consegue ver, pois ele nasce muito cedo e, nessa hora, ela está dormindo.
Sua comida favorita é pudim, porque a Maloca conseguiria achar um pudim em qualquer lugar em que estiver neste mundo.
Odeia cebola porque, toda vez que corta cebola, ela começa a chorar, e Maloca não gosta de chorar sem motivo.
Ganhou uma música em sua homenagem, “Saudosa Maloca”, com um refrão favorito: “Saudosa maloca, maloca querida. Dim, dim, donde nós passemos dias feliz de nossa vida”, e no seu estilo favorito, o samba.
Hoje, a Maloca segue vivendo cada dia do jeito mais leve possível, colecionando cochilos, pôres do sol e muitas risadas com quem topa bagunçar com ela. Quando alguém pergunta quem ela é, responde sem pensar duas vezes: “Sou só uma maloca saudosa, maloca querida, dim dim, donde nós passemos dias feliz de nossa vida”, e cai na risada antes de sair por aí atrás de mais uma aventura.
Filha de Célia Oca e de Gil Oca, é a neta mais descontraída e bagunceira da família.
Seu maior medo é perder seu skate Kairá In Xão, pois, quando criança, emprestou para seu primo e ele devolveu faz poucos dias. O nome do seu skate é Kairá In Xão porque, toda vez que subia nele, ela caía no chão.
Atualmente é estagiária em O.B.A. (Organização de Bagunça com Alegria), bagunçando muito mais do que organizando qualquer coisa.
Gosta de viajar, mas trocaria qualquer viagem para poder dormir o dia todo. Seu maior recorde até hoje foi dormir 18 horas seguidas, e ainda não encontrou ninguém para bater seu recorde.
Maloca adora ver o pôr do sol, porque o nascer do sol ela nunca consegue ver, pois ele nasce muito cedo e, nessa hora, ela está dormindo.
Sua comida favorita é pudim, porque a Maloca conseguiria achar um pudim em qualquer lugar em que estiver neste mundo.
Odeia cebola porque, toda vez que corta cebola, ela começa a chorar, e Maloca não gosta de chorar sem motivo.
Ganhou uma música em sua homenagem, “Saudosa Maloca”, com um refrão favorito: “Saudosa maloca, maloca querida. Dim, dim, donde nós passemos dias feliz de nossa vida”, e no seu estilo favorito, o samba.
Hoje, a Maloca segue vivendo cada dia do jeito mais leve possível, colecionando cochilos, pôres do sol e muitas risadas com quem topa bagunçar com ela. Quando alguém pergunta quem ela é, responde sem pensar duas vezes: “Sou só uma maloca saudosa, maloca querida, dim dim, donde nós passemos dias feliz de nossa vida”, e cai na risada antes de sair por aí atrás de mais uma aventura.

Drapo
Curativo da boa proteção da rápida cicatrização.
Nasceu em Esparadrapolândia uma cidadezinha lá nos cafundó dos Judas, cuja população é grudenta que só vendo.
Seus pais eram Sr. Salonpas e Sra. Cremer que sempre foram flexíveis e tinham uma perfeita aderência, sabiam manter a compressa no lugar e davam a proteção para seu filho com muito carinho e atenção.
Na infância o Drapinho como era conhecido era muito curioso e sempre gostou de ajudar as pessoas.
Gostava de estudar e aprender coisas, decidiu se dedicar a isso e tomou a decisão de se formar Doutor. Saiu para estudar medicina com especialidade em curativologia para auxiliar na cicatrização das feridas.
A cor preferida é laranja.
Tem suas origens na Itália com a família Drappo.
Existe uma história não confirmada que diz que na Idade Média um soldado ferido, voltando para suas linhas, gritava para os outros
“- Spara il drappo!”,ou seja, “- Corta o pano!”, para fazer um curativo.
E assim surgiu... o Espar Drapo.
Nasceu em Esparadrapolândia uma cidadezinha lá nos cafundó dos Judas, cuja população é grudenta que só vendo.
Seus pais eram Sr. Salonpas e Sra. Cremer que sempre foram flexíveis e tinham uma perfeita aderência, sabiam manter a compressa no lugar e davam a proteção para seu filho com muito carinho e atenção.
Na infância o Drapinho como era conhecido era muito curioso e sempre gostou de ajudar as pessoas.
Gostava de estudar e aprender coisas, decidiu se dedicar a isso e tomou a decisão de se formar Doutor. Saiu para estudar medicina com especialidade em curativologia para auxiliar na cicatrização das feridas.
A cor preferida é laranja.
Tem suas origens na Itália com a família Drappo.
Existe uma história não confirmada que diz que na Idade Média um soldado ferido, voltando para suas linhas, gritava para os outros
“- Spara il drappo!”,ou seja, “- Corta o pano!”, para fazer um curativo.
E assim surgiu... o Espar Drapo.

Florfoleta
Um nome difícil, mas único, daqueles que travam a língua ao falar, mas aquecem o coração ao ouvir. Ele une duas coisas essenciais: a beleza de uma flor e a liberdade de uma borboleta.
Nascida no dia 29 de outubro de 1900 e borboletinhas, no estado de Campo Florido, na charmosa cidade de Florfolândia, Dra. Florfoleta já veio ao mundo espalhando cor e alegria.
Filha do Sr. Florfolino, o maior tocador de sanfona da cidade (capaz de fazer até planta dançar), e de Dona Florinânia Jacobina, a poderosa vocalista do grupo do qual ambos participavam, era impossível que o talento passasse despercebido.
Com uma genética privilegiada (dessas que não se explicam, só se aplaudem), Dra. Florfoleta herdou dos pais a veia artística. Já escreveu grandes composições e as interpreta durante suas visitas aos pacientes, levando em suas letras temas sérios, temperados com uma pitada de humor, uma colher de deboche e a leveza necessária para cumprir seu maior objetivo: arrancar sorrisos de quem a escuta.
Formada pela renomada Faculdade de Estante Forte, é especialista em graçoterapia, sorrisoterapia e paródiaterapia, áreas reconhecidas por fazerem bem à alma e, às vezes, até à gargalhada descontrolada.
Sua missão é transmitir alegria, amor, acolhimento e empatia, sempre de forma animada, divertida e com aquele jeitinho Florfoleta de ser.
Nascida no dia 29 de outubro de 1900 e borboletinhas, no estado de Campo Florido, na charmosa cidade de Florfolândia, Dra. Florfoleta já veio ao mundo espalhando cor e alegria.
Filha do Sr. Florfolino, o maior tocador de sanfona da cidade (capaz de fazer até planta dançar), e de Dona Florinânia Jacobina, a poderosa vocalista do grupo do qual ambos participavam, era impossível que o talento passasse despercebido.
Com uma genética privilegiada (dessas que não se explicam, só se aplaudem), Dra. Florfoleta herdou dos pais a veia artística. Já escreveu grandes composições e as interpreta durante suas visitas aos pacientes, levando em suas letras temas sérios, temperados com uma pitada de humor, uma colher de deboche e a leveza necessária para cumprir seu maior objetivo: arrancar sorrisos de quem a escuta.
Formada pela renomada Faculdade de Estante Forte, é especialista em graçoterapia, sorrisoterapia e paródiaterapia, áreas reconhecidas por fazerem bem à alma e, às vezes, até à gargalhada descontrolada.
Sua missão é transmitir alegria, amor, acolhimento e empatia, sempre de forma animada, divertida e com aquele jeitinho Florfoleta de ser.

Girassoll
Filha de Margarida Miolo Amarelo e Alecrin do campo Amarelo, Girassoll nasceu em 17 de junho de 1900 e bolinhas.
Besteirologista, pós graduada em Risoterapia, tem a missão de ampliar pequenos gestos em grandes acontecimentos.
Sempre fazendo o bem sem olhar a quem.
Besteirologista, pós graduada em Risoterapia, tem a missão de ampliar pequenos gestos em grandes acontecimentos.
Sempre fazendo o bem sem olhar a quem.

Gracinha
Gracinha nasceu no dia 20 de fevereiro do ano de 21,5pp (pré-palhaceutico) na cidade de Alegrete.
Em sua família sempre nasceram crianças muito bonitas, porem ele não foi agraciado com a beleza, mas aos olhos dos pais os filhos são sempre lindos, e a sua mãe sempre perguntava para as outras pessoas: “Meu filho não é lindo?” e as pessoas constrangidas diziam: “Ééééé... ele é mesmo uma gracinha!”.
O tempo passou e o palhaço Gracinha cresceu e na escola onde estudou, que se chamava ESCOLA PATATI –
Podemos Alegrar a Todos com Amor Ternura e Idiotice.
Ele tinha 2 grandes amigos imaginários, o Ezequiel e o Pica Pau. Sempre que aprontava na escola, o palhaço Gracinha punha a culpa em seus amigos e a professora sempre dizia: “Mas que gracinha, pondo culpa nos amigos, hein?!”.
O tempo passou seu amigo Ezequiel voltou para o planeta Zbrabous e como lá ainda não existia a brincadeira de telefone sem fio, o palhaço Gracinha perdeu contato com seu amigo, mas em compensação seu amigo Pica Pau estava sempre presente.
Quando o palhaço Gracinha cresceu ele ficou assim, como é hoje, uma belezura!!! E como sempre foi pouco estudioso, decidiu se tornar um professor de besteirol espanhol para frescobol. Agora adulto e belo, logo as alunas diziam: “Hummmm, que gracinha!!!”
Certo dia palhaço Gracinha ganhou um premio e foi num programa de televisão do canal do além e a apresentadora lhe pediu um beijinho e foi logo dizendo: “Graciiiiiinha!!!”
Hoje o palhaço Gracinha trabalha com doces para festas onde seus principais produtos são, bobeijinho, cajurrisinho e pé de molecagem.
Em sua família sempre nasceram crianças muito bonitas, porem ele não foi agraciado com a beleza, mas aos olhos dos pais os filhos são sempre lindos, e a sua mãe sempre perguntava para as outras pessoas: “Meu filho não é lindo?” e as pessoas constrangidas diziam: “Ééééé... ele é mesmo uma gracinha!”.
O tempo passou e o palhaço Gracinha cresceu e na escola onde estudou, que se chamava ESCOLA PATATI –
Podemos Alegrar a Todos com Amor Ternura e Idiotice.
Ele tinha 2 grandes amigos imaginários, o Ezequiel e o Pica Pau. Sempre que aprontava na escola, o palhaço Gracinha punha a culpa em seus amigos e a professora sempre dizia: “Mas que gracinha, pondo culpa nos amigos, hein?!”.
O tempo passou seu amigo Ezequiel voltou para o planeta Zbrabous e como lá ainda não existia a brincadeira de telefone sem fio, o palhaço Gracinha perdeu contato com seu amigo, mas em compensação seu amigo Pica Pau estava sempre presente.
Quando o palhaço Gracinha cresceu ele ficou assim, como é hoje, uma belezura!!! E como sempre foi pouco estudioso, decidiu se tornar um professor de besteirol espanhol para frescobol. Agora adulto e belo, logo as alunas diziam: “Hummmm, que gracinha!!!”
Certo dia palhaço Gracinha ganhou um premio e foi num programa de televisão do canal do além e a apresentadora lhe pediu um beijinho e foi logo dizendo: “Graciiiiiinha!!!”
Hoje o palhaço Gracinha trabalha com doces para festas onde seus principais produtos são, bobeijinho, cajurrisinho e pé de molecagem.

Baguncelle
Dra. Baguncelle com Dois Elles e E tem uma idade que não lembra exatamente qual é, mas sente como se tivesse 7 anos. Mora na cidade de Neguineguinu, que fica bem pertinho de onde ela estiver. Está sempre ajudando e salvando as pessoas da cidade junto com seu melhor amigo, o Mustafa, ele é o seu mascote e estão sempre juntos, e quando as pessoas se machucam, a Dra. Baguncelle chama a sua amiga Sarah, para sarar as pessoas.
Ela gosta muito de bagunçar, mas sua mãe ensinou que há horas certas para isso. Adora desamarrar os cadarços das pessoas, mas só de quem ela realmente gosta. Com seu lindo boné e sua mochila de borboleta acredita ficar mais forte e feliz, por isso ela vive espalhando força e felicidade por onde passa. Ah!! Você pode até tocar em seu boné e sua mochila, mas nunca tirá-los dela, se não ela fica bem triste.
Seu pai é o Sr. Lulu, ele pensa que é bravo, mas é mole mole. A Dona Patrocínia é a sua mãe, e é ela quem "Patrocina" casa, comida, roupa lavada e muito carinho e amor para Baguncelle.
A Baguncelle tem dois irmãos, sua melhor amiga Nerata cara de rata e o Truts, um anjinho lindo que só ela e o Mustafa conseguem ver e ouvir. Lembra da cidade de Neguineguinu? O Truts ajuda nas missões difíceis e impossíveis, passando informações de tudo o que acontece para a Baguncelle e o Mustafa. Ele é um informante secreto.
Durante um tempo, a Dra. Baguncelle se mudou da Cidade de Neguineguinu e foi morar na Cidade dos Tigres, junto com uma linda gatinha, a Tuca, lá fez uma legião de amigos os Lobos e os Lobinhos e hoje todos esses amigos estão no coração da Baguncelle e sempre mandam energias positivas, quando voltou para a Cidade de Neguineguinu continuou junto com a Tuca e hoje, ela e o Mustafa são grandes amigos também.
Baguncelle é secadora de gelo profissional na empresa Gelo Molhado, seu chefe é lindo e o nome dele é Gás-Hélio. Formada e pós-graduada nas Universidades Unipolar e Bipolar, ambas localizadas em Gremlins, na Rússia, o professor preferido dela era o Urso Polar. Curiosa, ela sempre quis saber quem descobriu a Antártida, porque com todo aquele frio, deveriam ter deixado coberta.
Ela gosta muito de bagunçar, mas sua mãe ensinou que há horas certas para isso. Adora desamarrar os cadarços das pessoas, mas só de quem ela realmente gosta. Com seu lindo boné e sua mochila de borboleta acredita ficar mais forte e feliz, por isso ela vive espalhando força e felicidade por onde passa. Ah!! Você pode até tocar em seu boné e sua mochila, mas nunca tirá-los dela, se não ela fica bem triste.
Seu pai é o Sr. Lulu, ele pensa que é bravo, mas é mole mole. A Dona Patrocínia é a sua mãe, e é ela quem "Patrocina" casa, comida, roupa lavada e muito carinho e amor para Baguncelle.
A Baguncelle tem dois irmãos, sua melhor amiga Nerata cara de rata e o Truts, um anjinho lindo que só ela e o Mustafa conseguem ver e ouvir. Lembra da cidade de Neguineguinu? O Truts ajuda nas missões difíceis e impossíveis, passando informações de tudo o que acontece para a Baguncelle e o Mustafa. Ele é um informante secreto.
Durante um tempo, a Dra. Baguncelle se mudou da Cidade de Neguineguinu e foi morar na Cidade dos Tigres, junto com uma linda gatinha, a Tuca, lá fez uma legião de amigos os Lobos e os Lobinhos e hoje todos esses amigos estão no coração da Baguncelle e sempre mandam energias positivas, quando voltou para a Cidade de Neguineguinu continuou junto com a Tuca e hoje, ela e o Mustafa são grandes amigos também.
Baguncelle é secadora de gelo profissional na empresa Gelo Molhado, seu chefe é lindo e o nome dele é Gás-Hélio. Formada e pós-graduada nas Universidades Unipolar e Bipolar, ambas localizadas em Gremlins, na Rússia, o professor preferido dela era o Urso Polar. Curiosa, ela sempre quis saber quem descobriu a Antártida, porque com todo aquele frio, deveriam ter deixado coberta.

Odorico Kalango
Odorico Kalango nasceu num dia quente demais pra ser contado, lá pras bandas do Nordeste, onde o sol conversa com a terra e o riso aprende a resistir.
Criado entre causos, poeira e gargalhadas tortas, aprendeu cedo que alegria também é remédio.
Diz que virou palhaço porque gente triste precisava de visita e ele nunca soube passar reto.
Anda com o bolso cheio de esperança, o nariz vermelho sempre atento e um jeito danado de transformar silêncio em conversa boa.
Odorico não cura, mas melhora. Não promete, mas fica. E quando vai embora, deixa rastro de riso, igual kalango no muro, rápido, ligeiro e impossível de esquecer.
Criado entre causos, poeira e gargalhadas tortas, aprendeu cedo que alegria também é remédio.
Diz que virou palhaço porque gente triste precisava de visita e ele nunca soube passar reto.
Anda com o bolso cheio de esperança, o nariz vermelho sempre atento e um jeito danado de transformar silêncio em conversa boa.
Odorico não cura, mas melhora. Não promete, mas fica. E quando vai embora, deixa rastro de riso, igual kalango no muro, rápido, ligeiro e impossível de esquecer.

Pitanga Pitaia Peron
Pitanga Pitaia Peron
Nasceu em um pé de Pitanga e foi colhida em uma manhã de outono, por sua mãe Sra. Pitaia e seu pai Sr. Peron.
Cresceu ao lado de sua irmã chamada Pitanguinha Laranjinha Peron.
Desde criança se encantava por sorrisos e sempre teve o dom de fazer outras frutinhas felizes.
Muito alegre, sempre frequentava as festas da cidade, adorava dançar, contar piadas, recitar poesias e tocar lindas canções em sua gaita, que foi a forma que encontrou de sempre tirar sorrisos das pessoas ao seu redor.
Estudou no colégio Alegretto e fez faculdade de Ciências da Risadaria. Lá aprendeu que, além de fazer as pessoas sorrirem, tinha o poder de curar as feridas da alma.
Sempre com sua poção mágica de Suco de Pitanga na mão, rica em vitamina A, B, C, fósforo e potássio, Dra. Pitanga anda pelo mundo espalhando muito amor, carinho, curando doenças e corações.
Pitanga é engraçada, amorosa, atrapalhada e distraída e sem perceber anda pelas ruas da sua cidade espalhando muito amor e recitando seu poema favorito chamado Carpe Diem.
Carpe Diem quer dizer aproveite o dia de hoje sem preocupações com o amanhã, desfrute a vida e os prazeres do momento em que se vive, independente das adversidades. Esse poema tem o objetivo de lembrar que a vida é breve e efêmera e por isso cada instante deve ser aproveitado.
Pitanga casou e então colheu seu maior e melhor fruto, a Pintanguinha Tutu Peron, que virou sua frutinha preferida!
Nasceu em um pé de Pitanga e foi colhida em uma manhã de outono, por sua mãe Sra. Pitaia e seu pai Sr. Peron.
Cresceu ao lado de sua irmã chamada Pitanguinha Laranjinha Peron.
Desde criança se encantava por sorrisos e sempre teve o dom de fazer outras frutinhas felizes.
Muito alegre, sempre frequentava as festas da cidade, adorava dançar, contar piadas, recitar poesias e tocar lindas canções em sua gaita, que foi a forma que encontrou de sempre tirar sorrisos das pessoas ao seu redor.
Estudou no colégio Alegretto e fez faculdade de Ciências da Risadaria. Lá aprendeu que, além de fazer as pessoas sorrirem, tinha o poder de curar as feridas da alma.
Sempre com sua poção mágica de Suco de Pitanga na mão, rica em vitamina A, B, C, fósforo e potássio, Dra. Pitanga anda pelo mundo espalhando muito amor, carinho, curando doenças e corações.
Pitanga é engraçada, amorosa, atrapalhada e distraída e sem perceber anda pelas ruas da sua cidade espalhando muito amor e recitando seu poema favorito chamado Carpe Diem.
Carpe Diem quer dizer aproveite o dia de hoje sem preocupações com o amanhã, desfrute a vida e os prazeres do momento em que se vive, independente das adversidades. Esse poema tem o objetivo de lembrar que a vida é breve e efêmera e por isso cada instante deve ser aproveitado.
Pitanga casou e então colheu seu maior e melhor fruto, a Pintanguinha Tutu Peron, que virou sua frutinha preferida!

Cara de Concha
Muito tempo atrás…
no meio do mar…
bem no meio mesmo…
Uma concha começou a balançar.
Os peixes ficaram preocupados.
— Será que é um terremoto? 🐟
— Será que é um polvo fazendo faxina? 🐙
A concha começou a tremer… tremer… tremer…
E de repente:
PLOC!
Saiu de dentro dela uma criatura muito estranha.
Não era peixe.
Não era sereia.
Não era água-viva.
Era… uma palhaça!
Ela abriu os olhos, olhou em volta e disse:
— Ué… cadê o manual de instruções?
Os peixes disseram:
— Manual?
— É! Como é que funciona ser gente?
Tentou nadar… afundou.
Tentou andar… escorregou.
Tentou falar sério… começou a rir.
Então um peixinho disse:
— Acho que você não é gente.
Ela perguntou:
— Não?
— Não. Você é palhaça.
Ela pensou um pouco… e respondeu:
— Ah… então tá explicado.
Pegou a concha, colocou no pescoço e falou:
— Meu nome é Cara de Concha.
E desde então ela saiu do mar tentando entender como funciona o mundo das pessoas.
Até hoje… ela ainda não entendeu muito bem. 🤡🐚
no meio do mar…
bem no meio mesmo…
Uma concha começou a balançar.
Os peixes ficaram preocupados.
— Será que é um terremoto? 🐟
— Será que é um polvo fazendo faxina? 🐙
A concha começou a tremer… tremer… tremer…
E de repente:
PLOC!
Saiu de dentro dela uma criatura muito estranha.
Não era peixe.
Não era sereia.
Não era água-viva.
Era… uma palhaça!
Ela abriu os olhos, olhou em volta e disse:
— Ué… cadê o manual de instruções?
Os peixes disseram:
— Manual?
— É! Como é que funciona ser gente?
Tentou nadar… afundou.
Tentou andar… escorregou.
Tentou falar sério… começou a rir.
Então um peixinho disse:
— Acho que você não é gente.
Ela perguntou:
— Não?
— Não. Você é palhaça.
Ela pensou um pouco… e respondeu:
— Ah… então tá explicado.
Pegou a concha, colocou no pescoço e falou:
— Meu nome é Cara de Concha.
E desde então ela saiu do mar tentando entender como funciona o mundo das pessoas.
Até hoje… ela ainda não entendeu muito bem. 🤡🐚

Petúnia Felizarda
Eu nasci em um castelo lá em Holambra, a famosa cidade das flores, porque também sou uma princesa, e nesse dia as pétalas começaram a voar pelo ar como confete e até as borboletas ficaram curiosas com tanta alegria.
Minha família é toda diferente, tenho uma avó que conversa com girassóis, um tio que rega plantas cantando e minha mãe faz coroas de flores que mudam de cor conforme o humor.
Desde pequena, eu já mostrava que não era muito comum. Enquanto as outras crianças brincavam no chão, eu tentava pular nas cores do arco-íris, e foi assim que nasceu meu maior sonho, andar pelo arco-íris e encontrar o famoso pote de ouro.
Mas tem um detalhe, toda vez que eu acho que estou chegando perto, o arco-íris desaparece.
Cresci me tornando extremamente feliz, divertida e um pouquinho atrapalhada. Adoro contar histórias e na minha cabeça todas são reais, porque a imaginação é meu super poder.
Hoje, eu ando por aí espalhando alegria, colecionando histórias e tentando ainda alcançar o pote de ouro.
Minha família é toda diferente, tenho uma avó que conversa com girassóis, um tio que rega plantas cantando e minha mãe faz coroas de flores que mudam de cor conforme o humor.
Desde pequena, eu já mostrava que não era muito comum. Enquanto as outras crianças brincavam no chão, eu tentava pular nas cores do arco-íris, e foi assim que nasceu meu maior sonho, andar pelo arco-íris e encontrar o famoso pote de ouro.
Mas tem um detalhe, toda vez que eu acho que estou chegando perto, o arco-íris desaparece.
Cresci me tornando extremamente feliz, divertida e um pouquinho atrapalhada. Adoro contar histórias e na minha cabeça todas são reais, porque a imaginação é meu super poder.
Hoje, eu ando por aí espalhando alegria, colecionando histórias e tentando ainda alcançar o pote de ouro.

Bidu

Abelhinha

Avesso

Chapinha

Chiclete

Florzinha

Geringonçada

GiraMundo Girassol

Joaninha

Lango Lango Cafuné
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